Ferramentas de IA geram aplicações completas em horas, e quase sempre com Supabase ou Firebase por trás. O código de tela fica bom; o que costuma ficar para trás é o que não aparece na tela: as regras do banco, as chaves que vão para o navegador e as permissões que só existem no botão escondido.
O resultado é uma aplicação que parece segura para quem usa, mas que entrega os dados para quem abre o DevTools. A auditoria olha o app como esse atacante olharia: pelo pacote publicado, pela API do banco e pelas chamadas que cada tela faz.